<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/1.5.1-alpha" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comments on: RECREIO DO INFINITO</title>
	<link>http://migueldherapintura.blogsome.com/2005/12/27/28/</link>
	<description>Para aquisição e autorização das imagens, contacte: migueldhera@netcabo.pt</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 16:50:16 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=1.5.1-alpha</generator>

	<item>
		<title>by: Administrator</title>
		<link>http://migueldherapintura.blogsome.com/2005/12/27/28/#comment-24</link>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2006 15:45:39 +0000</pubDate>
		<guid>http://migueldherapintura.blogsome.com/2005/12/27/28/#comment-24</guid>
					<description>'UTILE DULCI'
(juntar) o útil ao agradável
IMPRESSÕES LIBERTÁRIAS SOBRE O QUADRO MAIS ERÓTICO E SEXUAL (NÃO CONFUNDIR COM SENSUAL) QUE JÁ VI
«recreio-do-infinito»
de Miguel d´Hera
 
À grande Miguel!!!
 
Não sei porquê mas gosto do teu trabalho pictórico. És grande e entusiasmaste, rico e apelativo, movimentado e heterodoxo. Agarras-me, puxando-me violentamente para a tela, onde me espera a tortura da cor e a agonia embriagada da alma filosófica, para não falar da dureza da técnica e da indecência temática e finalmente deixas-me emergir renascido e puro, como que vivificado policromaticamente e transcendente sem saber porquê. 
 
Na idade média a tua «feitiçaria» sofreria a pena da fogueira, no estado novo e nas ditaduras as agruras da discriminação e prisão política por seres um «perigoso degenerado», nesta sociedade apocalipticamente globalizada e vegetativa de intervenção e personalidade colhes o mais duro castigo de toda a eternidade, a indiferença. 
 
Devias enlouquecer, cortar uma (ou até as duas) orelhas, pagares uns jantares aos críticos e lideres de opinião, enfim aos importantes do ramo, enquanto 'comias e lambias as ratas' das respectivas mulheres e amantes, se (provavelmente) os gajos forem panascas, lamento mas não sei o que te aconselhar, mas deve ter que ser com as mães e as irmãs, ou em último caso apresentar esses iluminados aos rapazes das boys-bands e ficará tudo dentro do mesmo grupo de preferências sexuais, sim sim, porque não é correcto descriminar ninguém pela sua preferência sexual, portanto de alguém quer 'calcar o cagalhão' ou 'disputar o vibrador com outra fulana' não há como pensar que não são a vanguarda cultural! Enfim, tem é cuidado para não te modernizares durante o processo, mas «tens que fazer algo JÁ para que te tenham na consideração que mereces, porque depois de morreres não beneficiarás grandemente do conforto do reconhecimento...» 
(disse-me o director literário da minha editora, um rato de escritório com ar de fuinha, mas boa pessoa e amigo decente)
 
---------------------------caralhadas e outras merdas indecentes, felizmente cortadas--------------------------------------------
 
«recreio-do-infinito» desperta-me uma tesão inacreditável e infinita! Sacana sortudo, o que eu gostaria de conhecer o modelo que pintaste e como gostaria de tornar a sua pose muito mais orgástica e prazenteira. Imortalizaria ainda hoje a humana-mulher, como tu a imortalizaste no amanhã daquele objecto-tela, com talento, trabalho, desejo e muita 'pica'. Provavelmente morrer-me-ia nos braços alcançando a eternidade por 'intensidade de prazer', já estando registada para a posteridade no teu trabalho. Duplo gozo, múltiplo prazer.
 
Em «recreio-do-infinito» aquela magnifica vagina mítica e aquele inesquecível cú metafísico, transformando-se como por toque de magia, num fabuloso par de seios assombrosamente erectos e lascivos, conforme se progride ritualmente na exploração da tela, embriagados na vertigem da cor e na sedução do movimento, como que mordiscando carinhosamente um clitóris para os homens ou (imagino) um testículo para as mulheres, sem a humana percepção-limitação, mas deidificados no sublime, é o visto dos escolhidos-videntes para os novos Olimpo, paraísos de deuses com Internet e sexo-a-pedido sem limites. É isso que  representas aqui. É essa/esta a tua obra. É essa/esta a essência dos gloriosos filhos dos gigantes que 'da lei da morte se libertaram' e que aqui reproduziste alcançando. Grande e imortal Miguel d'Hera, César Augusto, filho dilecto de deus.
 
Um último desabafo, fosse eu imortal e eternizava-me neste «recreio-do-infinito» habitando-o.
 
Valmont.vx
PROXENETISMO &amp;amp; OUTRAS FATALIDADES ADULTERINAS, LDA.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8216;UTILE DULCI&#8217;<br />
(juntar) o útil ao agradável<br />
IMPRESSÕES LIBERTÁRIAS SOBRE O QUADRO MAIS ERÓTICO E SEXUAL (NÃO CONFUNDIR COM SENSUAL) QUE JÁ VI<br />
«recreio-do-infinito»<br />
de Miguel d´Hera</p>
	<p>À grande Miguel!!!</p>
	<p>Não sei porquê mas gosto do teu trabalho pictórico. És grande e entusiasmaste, rico e apelativo, movimentado e heterodoxo. Agarras-me, puxando-me violentamente para a tela, onde me espera a tortura da cor e a agonia embriagada da alma filosófica, para não falar da dureza da técnica e da indecência temática e finalmente deixas-me emergir renascido e puro, como que vivificado policromaticamente e transcendente sem saber porquê. </p>
	<p>Na idade média a tua «feitiçaria» sofreria a pena da fogueira, no estado novo e nas ditaduras as agruras da discriminação e prisão política por seres um «perigoso degenerado», nesta sociedade apocalipticamente globalizada e vegetativa de intervenção e personalidade colhes o mais duro castigo de toda a eternidade, a indiferença. </p>
	<p>Devias enlouquecer, cortar uma (ou até as duas) orelhas, pagares uns jantares aos críticos e lideres de opinião, enfim aos importantes do ramo, enquanto &#8216;comias e lambias as ratas&#8217; das respectivas mulheres e amantes, se (provavelmente) os gajos forem panascas, lamento mas não sei o que te aconselhar, mas deve ter que ser com as mães e as irmãs, ou em último caso apresentar esses iluminados aos rapazes das boys-bands e ficará tudo dentro do mesmo grupo de preferências sexuais, sim sim, porque não é correcto descriminar ninguém pela sua preferência sexual, portanto de alguém quer &#8216;calcar o cagalhão&#8217; ou &#8216;disputar o vibrador com outra fulana&#8217; não há como pensar que não são a vanguarda cultural! Enfim, tem é cuidado para não te modernizares durante o processo, mas «tens que fazer algo JÁ para que te tenham na consideração que mereces, porque depois de morreres não beneficiarás grandemente do conforto do reconhecimento&#8230;»<br />
(disse-me o director literário da minha editora, um rato de escritório com ar de fuinha, mas boa pessoa e amigo decente)</p>
	<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;caralhadas e outras merdas indecentes, felizmente cortadas&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
	<p>«recreio-do-infinito» desperta-me uma tesão inacreditável e infinita! Sacana sortudo, o que eu gostaria de conhecer o modelo que pintaste e como gostaria de tornar a sua pose muito mais orgástica e prazenteira. Imortalizaria ainda hoje a humana-mulher, como tu a imortalizaste no amanhã daquele objecto-tela, com talento, trabalho, desejo e muita &#8216;pica&#8217;. Provavelmente morrer-me-ia nos braços alcançando a eternidade por &#8216;intensidade de prazer&#8217;, já estando registada para a posteridade no teu trabalho. Duplo gozo, múltiplo prazer.</p>
	<p>Em «recreio-do-infinito» aquela magnifica vagina mítica e aquele inesquecível cú metafísico, transformando-se como por toque de magia, num fabuloso par de seios assombrosamente erectos e lascivos, conforme se progride ritualmente na exploração da tela, embriagados na vertigem da cor e na sedução do movimento, como que mordiscando carinhosamente um clitóris para os homens ou (imagino) um testículo para as mulheres, sem a humana percepção-limitação, mas deidificados no sublime, é o visto dos escolhidos-videntes para os novos Olimpo, paraísos de deuses com Internet e sexo-a-pedido sem limites. É isso que  representas aqui. É essa/esta a tua obra. É essa/esta a essência dos gloriosos filhos dos gigantes que &#8216;da lei da morte se libertaram&#8217; e que aqui reproduziste alcançando. Grande e imortal Miguel d&#8217;Hera, César Augusto, filho dilecto de deus.</p>
	<p>Um último desabafo, fosse eu imortal e eternizava-me neste «recreio-do-infinito» habitando-o.</p>
	<p>Valmont.vx<br />
PROXENETISMO &amp; OUTRAS FATALIDADES ADULTERINAS, LDA.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Humberto Soares Santa</title>
		<link>http://migueldherapintura.blogsome.com/2005/12/27/28/#comment-23</link>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2006 12:34:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://migueldherapintura.blogsome.com/2005/12/27/28/#comment-23</guid>
					<description>Caro amigo Ângelo : 
A poesia é o veículo que nos transporta ao belo. A música é a inebriação na viagem. A pintura é a iluminação do caminho. O meu querido amigo tem todos estes meios para se sentir feliz. 
Bem haja, pela embriagadora paz que transmite no devaneio das suas calmas viagens.
Receba o carinho e o beijo da Margarida e a admiração e o abraço do Humberto Soares Santa </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro amigo Ângelo :<br />
A poesia é o veículo que nos transporta ao belo. A música é a inebriação na viagem. A pintura é a iluminação do caminho. O meu querido amigo tem todos estes meios para se sentir feliz.<br />
Bem haja, pela embriagadora paz que transmite no devaneio das suas calmas viagens.<br />
Receba o carinho e o beijo da Margarida e a admiração e o abraço do Humberto Soares Santa
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
